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Algumas histórias ficam gravadas nas pedras e na alma, esperando nossa travessia.

Nós, pedras…

Quando alguém nos ergue,

ergue tempos primevos …

ergue o Jardim do Éden…

ergue biliões de lembranças na mão

que não se dissolvem no sangue…​

Poema “Coro das Pedras”, de Nelly Sachs,
tradução de Paulo Quintela

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